sábado, 8 de setembro de 2007

Bah



E pronto... Um fim de semana na cama

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Não resisti!

You Are Animal

A complete lunatic, you're operating on 100% animal instincts.
You thrive on uncontrolled energy, and you're downright scary.
But you sure can beat a good drum.
"Kill! Kill!"

Olha que engraçado...

You Belong in London

You belong in London, but you belong in many cities... Hong Kong, San Francisco, Sidney. You fit in almost anywhere.
And London is diverse and international enough to satisfy many of your tastes. From curry to Shakespeare, London (almost) has it all!



Nunca lá fui...

What European City Do You Belong In?

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Eu tinha de partilhar...


Hoje, dia 29 de Agosto de 2007 avizinhava-se um dia perfeitamente normal, no entanto...
Acordo de manhã e olho para a minha caixinha com o meu aparelho dos dentes e vejo que ele misteriosamente apareceu partido... Estranho, mas nada que não se possa resolver com uma simples ida ao dentista. Não dói e não demora mais do que uma semana a estar pronto.
Feliz e contente marco a consulta por telefone e a secretária avisa-me que o meu dentista já não trabalha no consultório. Fiquei um pouco surpreendida, mas como tinha de fazer o aparelho novo aceitei a proposta da senhora em me transferir para um novo médico. Pensei eu para os meus botões "Não vou fazer nada de especial por isso ele não vai inventar nada e provavelmente é um velhote careca brasileiro..." Não sei bem porquê mas esta era a imagem que eu tinha do meu futuro médico...
Muito bem, lavei os dentes melhor que nunca e lá fui eu no final da tarde para a minha consulta do dentista. Cheguei com 15 min de antecedência e fui logo chamada. Quando vou a entrar para o consultório dou uma última inspiradela e olho para o doutor. MEU DEUS! Moreno, olhos castanhos, novíssimo, bem constituído... MEU DEUS! Fiquei um pouco sem palavras mas la desenrasquei um boa tarde. Expliquei o que se tinha passado e a primeira coisa que ele me disse foi para me deitar cadeira. Lá fui eu a pensar que lá me ía ele tirar novamente o molde dos dentes para fazer a placa, que ingénua... Que ingénua que eu sou... Ele saca dos seus instrumentos, espelho e coisinha com um pico na ponta (não faço ideia do nome daquilo) e começa a escafunchar a minha boca. CREDO! A primeira coisa que me diz é "tem duas cáries, quer atacar alguma?" E eu com um aspirador na boca, um espelho e coisinha com um pico na ponta tento esboçar um sorriso e emito um som que é como quem diz FORÇA NISSO... Que ingénua que eu sou... Começa a broca e ele diz se doer levante a mão. Nem foi preciso levantar a mão, uns segundos depois lá estava ele a preparar uma seringazinha... Lá adormeceu o meu lado esquerdo todo. Fiquei o tempo todo com a sensação de que me estava a babar toda, nada agradável quando o nosso dentista versão portuguesa de Patrick Dempsey ( dr. Shepherd em anatomia de grey).. Bem.. continuando. O mister desligou o meu lado esquerdo todo e começa a dizer "olha que não tenho muita esperança nesse dente... Vou-se dar duas semanas para ver se melhora e se calhar temos que desvitalizar." Quando ouço isto todo o meu coração salta e penso "mas eu não sou uma velhota que anda aí sem cuidados nenhuns com os dentes!!" A verdade é que sempre tive um cuidado brutal com os dentes e agora acontece disto... Mas pronto, adiante! Passados uns 10 minutos de brocagem intensiva o mister põe uma massa e pergunta-me qual é o anti-inflamatório que costumo usar. Mais uma vez, com o aspirador, broca e espelho dentro da boca, tento responder. Os únicos sons que saem são os do aspirador enrolado na minha língua, nada agradável... Lá o senhor tem uma boa ideia e desocupa a minha boca e eu tento falar. Não disse muito bem o nome porque, lá está, o lado esquerdo da boca estava off.
Passado o momento avassalador de estar deitada na cadeira chega de apertar a mão a um dentista com um sorriso de mete nojo (como quem diz "Olha para os meus dentinhos, vá! Olha!!! Estão bons não estão??") (não esquecendo claro que o senhor até era bem interessante, mas só o facto de ter andado a chafurdar na minha boca fez com que perde-se grande parte do encanto..)
Encaminho-me para a saída cabisbaixa a pensar que só ia lá para arranjar o aparelho e saio com um dente escarafunchado e uma premonição de dores para os próximos dias... BOA!

Resumo
1º Acordei de manhã sem qualquer dor agora tenho raiva de tudo o que me toque no meu molar.
2º Tenho vontade de cortar a língua, uma vez que está constantemente lá a roçar no dente.
3º Acabei de comer cerelac e tendo em conta que detesto cerelac...
4º AAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII




P.S- Para descrever esta ida ao dentista nada melhor do que este stand up do Carlos Moura. Identifico-me perfeitamente.

domingo, 26 de agosto de 2007

As though...

Achei estas palavras especialmente bonitas...

"Dance
as though no one is watching you

Love
as though you have never been hurt efore

Sing
as though no one can hear you

Live
as though heaven is on earth"

Souza

terça-feira, 24 de julho de 2007

Juntos

Naquela noite estiveste aqui comigo. Jantámos juntos, sorrimos, bebemos, festejámos… Sinto-me tão bem contigo, consegues fazer-me sentir uma mulher de verdade. Não sei como consegues, a verdade é que não me conheces assim tão bem, serei assim tão transparente? Acho que nunca passámos tanto tempo juntos a conversar. Sabe tão bem falar contigo, tudo te interessa. Sinto que bebes cada palavra que digo. Tens sempre um olhar interessado, com os olhos semicerrados. Passámos todo o jantar a conversar sobre coisas banais, mas no final olhavas sempre para mim à espera que eu dissesse mais alguma coisa. Penso que não querias falar muito e até agora ainda não percebi muito bem porquê. A verdade é que eu só me queria calar e ficar parada a olhar para ti, mas não… Tu estavas sempre a tentar fazer com que a conversa continuasse. Parecia que tinhas medo do silêncio. Meu querido, não é preciso ter medo do silêncio… As coisas mais importantes são ditas em silêncio, com pequenos gestos, com olhares escondidos.

Gosto da forma como me olhas, tens sempre um ar enternecido com um sorriso pronto para me fazer corar. Fazes-me sentir mesmo bem... O teu olhar diz-me tanta coisa. Às vezes olhas-me com um sorriso meio escondido, o que queres dizer com isso? Eu apenas te consigo retribuir o olhar na esperança que haja mais qualquer coisa escondida e logo a seguir perco-me no momento.

Voltando ao nosso jantar. No final da refeição saímos, nada como acabar a noite com os amigos num bar. Tu, sempre cavalheiro, deste-me o teu braço e sem qualquer tipo de cerimónias lá fomos nós. Quando chegámos ao destino os teus olhos não me largaram mais. Esses olhos… Quando olham para mim todo o meu corpo treme e quase que perco o meu equilíbrio. As minhas pernas começam a tremer, nascem umas borboletas no meu estômago que teimam em não ficar quietas, a minha respiração fica descompassada, o coração começa a bater mais rápido e a minha cara fica subitamente mais quente que o normal. Como é que tu consegues provocar tudo isto em mim só com um olhar?

Depois de mil e uma trocas de olhar, de mil e uma tentativas de conversa fiada tu decidiste agarrar-me e começar a dançar ao som de uma música só nossa. É incrível como me conheces tão pouco e ao mesmo tempo sabes tanto sobre mim. É incrível como com gestos tão simples como os teus me consegues fazer sentir tão bem… Colocaste as tuas mãos na minha cintura, encostas-te a tua cabeça no meu cabelo e dançámos num mundo só nosso. Por vezes afastavas-te para me olhares nos olhos e sorrires, mas no final voltavas sempre para mim. Assim que a nossa música parou voltámos para perto dos nossos amigos e o teu braço nunca mais me deixou sozinha. Senti verdadeiramente o teu calor, a tua respiração, o teu toque… Não consegui ouvir mais nada, a única coisa que eu consegui fazer foi aproveitar cada instante que estive tão pertinho de ti.

No final da noite despedimo-nos com mil e um beijos, cada um mais doce que o anterior. Infelizmente nenhum deles representou o que eu realmente sentia, porque se assim fosse nós nunca nos teríamos despedido nessa noite.

Mais uma vez entrei em casa muito devagarinho sem fazer barulho, sempre com a esperança de não te acordar. Entrei no meu quarto e vi a minha cama vazia e fria tal como a tinha deixado. Desta vez não fiquei desiludida porque ainda conseguia sentir o teu cheiro, ainda me conseguia lembrar de cada traço da tua cara, ainda te conseguia sentir ao meu lado…

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Féérias!

Ferias! Pois é... Cá estou eu em terras estrangeiras. Sabe tão bem sair do barulho e da sujidade da grande cidade. Neste momento estou sentada num jardim a acabar o meu almoço e a ouvir os pardais à minha volta. A isto meus amigos eu chamo qualidade de vida!!! Quem me dera que fosse sempre assim, mas a verdade é que depois de um ano particularmente difícil esta calma ainda sabe melhor...
Não tenho tido tempo para escrever no blog, também porque nao tenho sempre a internet disponível... Agora que já me instalei de férias prometo que vou manter isto actualizado!!


Até breve.